Contos

Apaixonado por um Traficante – 2° Temporada – Capítulo 12

Samantha?!

Será que essa vadia não vai nos deixar em paz?!

Me sentei na cama, meio para baixo. Olhava o chão, tentando não me estressar ou tirar conclusões precipitadas. Não ia me afastar do meu homem, por causa dessa piranha, denovo!

O celular dele na minha mão ainda chamava, eu não sabia mais o que fazer, o que pensar. Mas sei que não vou perder o Júnior, entao não irei julgar ele,  vou confiar na palavra dele. Um voto de confiança. O barulho do chuveiro de repente cessou,e logo em seguida Júnior saindo do banheiro, só de toalha. ( aquela visão tentadora me distraiu, e me fez esquecer a puta da Samantha)

Ele sorriu para mim, e eu também, mas era um sorriso um pouco forçado, que ele reparou que eu estava apreencivo.

– o tu ta fuçando no meu celular ? – ele perguntou sério com a voz grossa.

– ele estava tocando -o celular ja havia parado de chamar.

– e quem era?

– acho melhor você mesmo ver…

Júnior sem entender, minha frase tomou o aparelho de mim, mexendo nele. Parando abrupto, quando vê o número que estava nos registros.

Abaixa o braço que segurava o telefone e olha para mim sem falar nada. Cruzo meus braços e levanto, vou até ele, mas dou meia volta indo para o banheiro. Porém, sinto ele moldar os braços não minha cintura.

Seu rosto estava sério, sem reação, achando que eu estava zangado com ele, mas eu não estava…

ok? Talvez um pouquinho chateado…

– desculpa, mesmo,eu …

– não peça! -eu digo a ele, o interrompendo.

Júnior com aquele corpo moreno molhado, peitoral maravilhoso de fora, era delicioso. Chego mais perto dele, passando a mãos pelo seu rosto e descendo pelo seu pescoço, sua pele quente, linda e negra, dava vontade de lamber todo o seu corpo.

Passo o nariz por seu pescoço, e aproximo meus lábios da sua boca, que logo se moldou a minha.

Sentir aquela boca carnuda e potente, fez algo brotar em mim. Orgulho. Me senti realizado e vitorioso, de saber que tem uma vadia (ou melhor muitas vadias) querendo ele, enquanto que, aquele negro majestoso era meu, veio correndo atrás de mim. (Morra de inveja Samantha)

Desço minhas mãos e vou chegando até o seu mastro, sento sua mão percorrendo por toda a extensão das minhas costas, me pressionando mais ainda contra seu corpo.

Júnior tava afoito em seus beijos,  querendo mais de mim, enquanto eu, o provocava, ao saborear, lentamente, a sua língua.

Ele se solta, e desce a boca pelo meu pescoço, enquanto suas mãos chegam a minha bunda e apertava com toda a força. Me fazendo soltar um gemido.

– tô nem aí pra ela, por que eu sei que isso aqui é meu! -digo pegando forte em seu pênis ereto- e não vai ser uma puta qualquer que vai tomar ele de mim!

– é mesmo? -ele pergunta,eu só  confirmo com a cabeça e passo de leve me dedi em sua glande- argh… cê tá certo, muleque, tu me domou mesmo, é tudo teu! Minha vara e o meu coração.

O corpo dele a cada palavra ia ficando ainda mais quente, com cada movimento que eu fazia ali embaixo, ele gemia cada vez mais grosso.

Até que por fim me liberto de seus enormes braços e ando para o banheiro…

– O QUE? COMO ASSIM, ONDE É TU VAI? -ele diz ofegante.

– não vamos transar agora, tô com vontade de tomar um banho, depois se você quiser…

– depois se eu quiser? QUE PORRA! Tá de palhaçada comigo, né? Olha como eu tô aqui! -reclama se referindo a sua excitação (duro e firme)

– dá nisso aí sozinho, e vai se secar…

Entro para o banheiro, mas ainda ouço ele gritar pra mim:

– ISSO VAI TER VOLTA, MULEQUE, PODE ESPERAR! -sentencia se jogando encima da cama.

Depois do meu banho, saio do banheiro e Júnior, já devidamente vestido, me avisa que vai comprar algo para nos comermos, pois ele não ele odiava a comida do hotel. Mas era bem gostosa cheia de coisas, pelo menos eu achei, não sei o porquê dele não gostar.

Bom, fiquei arrumando minhas coisas, e verificando as mensagens que minha irmã tinha me mandado, me perguntando como eu estava.

Entretanto, não tive coragem de retornar para ela, e saber a situação dela e da minha mãe.

Fiquei, então na varanda, olhando para o horizonte de santa Catarina. Nunca tinha vindo aqui, mas deve ser bem legal, já ouvi falar que praia era bem bonita.

Me sento na cadeira que havia ali, e olho para o céu azul, perfeitamente lindo.

Minutos depois o Júnior chega com 5 pizzas tamanho família. E sorridente fala para mim:

– era disso que eu estava falando!

– carboidratos,tava precisando… -eu digo indo para a cama e me jogando.

– ih, começou a frescura, vai comer logo, ou, vai ficar dando uma de nutricionista, falando de carboidratos,e tal.

–  como tu é chato hein! -digo vendo ele se sentar ao meu lado.

Olho pra ele, mas algo a diferente chama mais a minha atenção. Uma parte da sua camisa estava elevada, formando um volume estranho próximo a sua cintura.

– Júnior o que é… – me levanto e vou até a frente dele.

Levanto rapido sua camisa polo e pego em mãos o que havia ali.

UMA ARMA!

– pelo amor de deus! como você me entra com uma arma no hotel, Júnior?

– me dá isso aqui, Guilherme! não é coisa de criança -diz tomando aquela “coisa” de mim- isso é pra defesa, nunca se sabe quando eu vou precisar usar.

– tá, mas para chegar num ponto de sempre estar com uma arma sinal que você está com… medo? De ser atacado?

– medo todos tem, Gui, não é por que eu tenho esse tamanho e sou chefe de quadrilha, que não vou ter, claro que não  qualquer um, mas tenho vários medos.

Me sento na cama, curioso.

– posso saber de algum deles? pelo menos algum que você possa me contar… -pergunto com curiosidade e receio ao mesmo tempo.

Júnior abrindo um das caixas de pizza em cima da mesa, me olha de canto de olho, depois vem mais perto de mim e me puxa para o seu colo, que era muito confortável(só pra constar)

– nesse instante, só existem três coisas,  que são meus maiores medos nesse  mundo…

Eu fico observando, e me apresso a falar.

– deixa eu advinhar! ser preso, ser roubado, e te matarem?

Ele gargalha e afunda a cabeça no meu pescoço, ainda sorrindo. E que sorriso lindo.

Depois me encara, tentando se manter sério.

– claro que isso não, bundinha! De morrer eu não tenho,medo, já vi a morte de perto, e sei que uma hora ela vai ser inevitável, por isso não tenho medo dela, e de ser roubado menos ainda,porra!,o ladrão vai ter que se garantir muito pra me enfrentar, tu viu o que eu fiz com aquele pangaré -diz rindo mais ao lembrar daquela situação- ser prenso, bom isso é umas das ultimas coisas que eu me acovardam, pois a fui tantas vezes, que não dá nem pra contar.

– hum, mas então o que tem nesse mundo que pode atravessar esse peito de aço? – eu digo passando a mão no peitoral dele.

Júnior sorri, olhando para baixo parecendo tímido.

– bom, a primeira coisa é perder minha mãe, amo muito a minha velha, ela fez um puta esforço pra me criar sozinha, e assim foi a melhor mãe que eu poderia querer, não conseguiria viver sem encher o saco dela e ver ela reclamando de mim… -diz rindo da própria piada.

– te entendo, eu sou louco pela minha mãezinha, também -digo pensando com ela deve estar preocupada.

– a segunda, eu acho que de não ser mais o que eu sou, digo não ter mais esse poder e o dinheiro, eu ate tentei batalhar pra ganhar ele de forma honesta, eu tinha te falado, né? Que já fiz faculdade?

– é,me falou mesmo, mas eai? – eu digo interessado.

– isso faz um tempo, eu entrei pra fazer engenharia civil na federal, mas eu não dava muita bola para os estudos, só comecei o curso por que minha mãe tinha o sonho de ver eu formado, mas larguei de primeira…

– e a terceira coisa qual é?- eu pergunto baixinho.

Júnior olha para mim sem demonstrar nenhuma reação, os olhos pousados em mim.

– você! -responde ele seco.

– EU? -digo caindo na gargalhada- mas eu nem aguento um tapa seu, e você tem medo de mim?!

Júnior pega minha cintura e me leva contra seu peito, se jogando na cama de costas e eu por cima dele. Suas mãos corren até o limiar da minha calça, me tocando ali.

– tu não me entendeu! -ele diz com a boca grudada na minha- não tenho medo de ti, muleque!

Diz nos virando num lance rápido, ficando por cima de mim.

– perder você! É disso que eu tenho mais medo -fala mirando fixo em meus olhos- te ter longe foi a pior de todas as torturas.3

Aquilo, aquela atitude, me fez ter mais convicção na confiança que eu detinha nele. Enrolei minhas pernas na sua cintura e o puxei mais para perto.

– nunca mais vou ficar longe de você, meu moreno! -por fim o beijo.

Depois daquela troca de carícias e declarações, que era novidade para nós,  fomos, enfim, comer as pizzas. Eu não comi muito, mas o mesmo não pode ser dito do moreno, ele acabou fácil com 3 caixas, sozinho. Depois de comermos descansamos um pouco, para depois irmos a praia.

Após essa soneca, tive uma visão que eu lembraria para sempre: o meu traficante, com aquele corpo perfeito emoldurado em uma sunga branca,  que o valorizava divinamente.

Saímos ruma a praia, onde Júnior logo avistos os seus tais amigos. Eu me divertia com o jeito dele, já chega chegando! comprimentando todos, cativando o pessoal, quase como um político aclamado nos braços do povo.

Passados o apertos de mãos e apresentações, e até os olhares de algumas vacas, (mas tudo bem, sabia que Junior era meu, confio naquel vara grossa que agora era minha propriedade) a atenção dele voltou-se totalmente para mim.

– fica perto, gui! qualquer coisa.2 você vem até mim e me fala, ok?

– tudo bem, fica tranquilo… – falo assim que sento no quiosque olhando para o mar.

Estavamos eu, ele e mais 3 amigos dele. Júnior me apresentou, e eles até que foram bem simpáticos comigo. Mas logo meio que me esqueceram, e começaram a colocar o papo em dia, a contar suas proesas , cada uma mais loca que a outra. Até que um deles (acho que o nome dele era Gustava) perguntou:

– mas, vem cá, ta pegando alguém, Junião? -pergunta o cara (realmente o nome dele é  Gustavo)

Júnior me fita de canto de olho, e logo emenda:

– claro que não, tô casado, né cara?!

– CASADO? porra, explica essa parada ai! Não sabia que tu tinha casado -fala surpreso o amigo dele.

Eu também fiquei surpreso com o que o moreno falou, que história é essa de estar casado?

– casado ué?! Né gui, ele fala pra ele! -ele tenta, mas eu fiquei sem palavras.

– velho, mas diz ai, tudo engravidou a mina, foi isso? – pergunta o outro( esse me lembrava muito Felipe).

Fiquei voando em pensamentos, querendo saber como o Felipe estava. E nem liguei para enrolação que o Júnior tava fazendo com essa história de casamento.

–  deus me livre, não nem cuido de mim, imagina de uma criança.

Eu dou um sorriso ao ouvir isso, e realmente imaginei um Júnior cuidando de um filho. Ia ser engraçado. Mas é se fosse um filho nosso?!

Sério, que eu tô pensando nisso? –rio internamente com a ideia.

– vamos dizer que eu tô amarrado! -o moreno continua a se explicar.

– e quem é a bola da vez?

– uma pessoa aí, deixa quieto, e também não quero que isso se espalhe.

– tô sabendo.

Bom, a tarde foi assim, não rolou nada de tão surreal. Júnior deu um baile em alguns caras que jogavam bola, 4 gols, um atrás do outro. E veio até mim para comemorar em cada um deles. Como o término do jogo se sentou ao meu lado, que estava sozinho, enquanto os amigos dele tava no mar

– e ai o que tá achando?

Ele me pergunta.

– legal, eles são bacanas e praia é linda.

– não é só a praia que é linda -ele pisca e toma o suco que tava na minha mão, virando num único gole. Depois vira para mim com um olhar faminto e diz:

– sabia que ver você torcendo pra mim,me deu um baita tesão! -diz cínico.

Eu mordo a boca olhando para os lados, Júnior esfrega o pau, infelizmente ele já  havia posto a bermuda. Mas continuava uma delicia, embora eu preferisse o pacote naquela sunga branca.

– sempre quis transar na praia, quer dar a bundinha para mim aqui mesmo? -ele diz para mim brincando.

– para com isso… -falo sôfrego.

– mas tu ta ai já delirando.

– por que você me deixa assim, mas para com isso….

– ta bom então! -se conforma, mas fica emburrado- tô com fome, bora lá no quiosque?

– bora. Mas tu vai comprar outro suco pra mim! – eu digo, fazendo bico.

Quando nos levantamos um de seus amigos vem correndo até nós, saindo do mar.

– não vão entrar na água, não? -pergunta ele.

– não, tô de boa aqui mesmo, e tu gui quer entrar?

– não, tô bem aqui. – eu digo pro Júnior, o amigo dele fica ali com as mãos na cintura olhando para o mar, vendo os outros brincarem. E o Júnior e eu vamos, rumo ao quiosque.

Eu fui andando um pouco atrás do Júnior, por ainda olhar o mar. Estava bem destraidos, quando um cara vem correndo e choca contra mim, quase me derrubando no chão.

Júnior na hora parou de andar, e deu meia volta, vindo verificar o que tava acontecendo.

– olha o que você fez,porra! -me ajuda a limpar a areia que espirrou em mim- tudo bem, Gui?

– pô, cara, foi mal -o cara diz se desculpando- não consegui desviar.

– cuidado ai, velho, mas de boa nem foi nada de mais.

– eu vim tem tentar alcançar a bola, mas não consegui parar o tra… -o cara estagna e olha bem na minha cara- peraí! -diz surpreso se aproximando mais de mim.

– o que é, mano? Te afasta dele! -Júnior olha para mim e para ele.

– você não é o garoto desaparecido?

O cara pergunta confuso.

– como assim? Eu?

– é sim! é você -estala os dedos- cara sua mãe está te procurando!

– peraí, como assim a mãe dele? do que você tá falando? -pergunta o moreno irritado.

– cara é ele!

– tu tá ficando louco, e confundindo ele – Júnior para na frente dele- deixa o guri em paz, e vaza daqui!

– Júnior vamos embora… -eu digo baixinho no ouvido dele.

– calma ai! se a gente sair fugido agora ele vai desconfiar.

– guri, tua mãe, tá dando recompensa pra quem achar você, eu vim da praia que ele tava e vi ela te procurando, apelando por você voltar.

– eu não sou quem você pensa, e eu tô com… -digo rápido apontando pro amigo do Júnior, que estava na água- o meu irmão!

– cara é você sim, tenho certeza, e eu vou…

Júnior se levanta estufando o peito pro cara, que claro se assustou com o tamanho do Júnior e até parou de falar.

– CAI FORA! Não perturba a nossa paz e vaza daqui, playboy, já disse que não é ele,e ponto, agora sai!

– mas…

– caralho, ral peito! Senão eu vou te quebrar -ameaça o Júnior apertando os punhos.

O cara na mesma hora, correndo na direção do calçadão.

– que viagem, mas que historia é essa de garoto desaparecido?

– minha mãe deve estar desesperada, pra fazer isso, Júnior -digo triste por saber disso.

Ele se senta de novo na areia. E eu aflito que estava sento ao seu lado, jurando que para mim mesmo tudo ia acabar bem. Mas não via como.

– Júnior, eu quero ir embora -falo perto dele.

– relaxa ai, nada vai acontecer!

– mas se…

– mas se nada! não chama coisa ruim, que já tô saturado, de tanta confusão -disse ele farto- porra –xingou baixa, como um suspiro.

Ficamos mais um pouco ali sentados na beirada da praia, e depois de algo tempo resolvemos realmente ir embora.

Os amigos dele insistiram, para que ele fosse numa festa, mas na mesma hora ele negou. Então, Júnior me botou dentro do carro e fomos para o hotel.

– cara esse guri nos seguiu, eu sei disso e sei que ele tá estudando aonde nos estamos, essa porra, quer o dinheiro dessa tal recompensa, vou ter que dar um jeito nisso!

– mas, o que você esta pensando em fazer?

Júnior se levanta na mesma hora e anda até a mesinha puxando a gaveta e tirando de lá uma arma.

– você não…

– não tenho escolha, Guilherme.

– tu não vai fazer isso!

-é para seu bem, para o nosso bem, eu sei que esse cara vai dar com a lingua nos dentes, e daqui a pouco tem polícia batendo aqui, conheço esse tipo de gente, Gui.

– Júnior, estou te avisando se você fizer isso, eu juro que eu mesmo vou para casa e nunca mais olho na sua cara!

Júnior abaixa a arma me olha, pensando no que ia fazer, ate que vem em mim e larga a arma no chão.

Tira a camisa, subindo em cima de mim e me dá um beijo.

–  te peço me interta com algo, então, se não eu juro que mato aquele cara.

Eu mordo os lábios e viro Júnior pro lafo e eu subo em cima dele.

Desço com a boca, pelo seu abdômen até seu mastro, retiro ele e logo enfio dentro de minha boca.

Chupo com muita vontade. Até que vejo ele satisfeito, após ter gozado 3 vezes.

Depois disso me deito ao seu lado,  e aos poucos vejo ele cair no sono. Então, fico ali deitado, ao lado dele, velando seus sonhos e pensado na minha vida.

Como vai ser dali para frente? como vai ser quando todos descobrirem que o poderoso Júnior está com um garoto do suburbano, de um lugar qualquer? Júnior mesmo disse que tem medo de perder essa vida que ele tem?

Meu raciocínio é quebrando por ele roncando e me envolvendo com o braço, me puxa para mais perto. Eu me encolho no meio dos braços dele e fecho meus olhos com muito medo do que nos esperava pela frente.1

Mas uma certeza eu tinha, e nada mudaria isso: vou ficar com o meu traficante apaixonado, independente do que aconteça.

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4 thoughts on “Apaixonado por um Traficante – 2° Temporada – Capítulo 12”

  1. Ow sorte em, sem reconhecido em outra praia em outro litoral hehe.

    Basta ligar pra mãe pra dizer que está bem e viver maravilhosamente e gostosamente esses dias com Junior, amei esse capitulo ❤😍

  2. Espero que dê tudo certo.Guilherme possa tranquilizar sua irmã e sua mãe, voltar pra casa e sua mãe respeitar o relacionamento com Júnior,ambos possam ser muito felizes e que seu amor fique intacto!!!!!!
    To megaa feliiiiz,palavras são poucas para descrever o quanto;maravilhosooo contoo!!!A cada capítulo é uma expectativa e felicidade ao mesmo tempo,é tão boooom ler essa história!!Que ótimo que o escritor está conseguindo postar gradativamente,muito obrigado hehe!!!
    Ansiooosoo para ler o próximo capítuloo!!!!! <3 <3 <3

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